domingo, 29 de julho de 2007

Einstein, mito ou realidade ?


Muito se falou de Einstein, muito nos fez sonhar. Mas sempre considerei que as teorias de Einstein, tinham algo de impossível de acreditar. Desde o aumento da massa com a aproximação da velocidade da luz, até à possibilidade de viajar no tempo.

"Triste são os nossos tempos, onde é mais fácil quebrar o núcleo de um átomo do que um preconceito." Albert Einstein

Mas não serão preconceitos, as teorias que ele inventou?

Os resultados das teorias podem ser lógicos, mas podem existir pequenos e elementares pormenores, que não foram considerados. Mas como diz Dr. Fritz Khan, "nos domínios da ciência não se rejeita pensamento algum, por mais fantástico que pareça; examina-se."

"Todos nós pensamos conhecer a formula de Einstein da variação da massa com a velocidade, mas ele nunca escreveu essa formula." Se não foi ele, quem terá sido? Diz-se que as formulas que ele deduzia já eram conhecidas e que então inventou uma nova dedução matemática para chegar ao mesmo resultado. Diz-se também, que estas deduções podem ter erros elementares.

Como português, desconhecia o cientista brasileiro Cesar Lattes, que considera Einstein como "o (falso) inventor da Teoria da Relatividade...". Tenho pena que não haja também um lobby para divulgar os cientistas lusófonos.
Também desconhecia a viajem de Einstein ao Brasil que parece não ter corrido muito bem: "Dotado de nítida arrogância, ... quando em terras brasileiras falou, ainda, que este povo era primitivo e ignorante, alardeando aos quatro quantos nunca mais pisar em terras tupiniquins."

"Porém, uma consulta a qualquer biografia de Einstein será um passeio muito interessante, porque, acima de tudo, ele era um humanista, e também um excepcional contador de piadas e um gazeteiro de marca maior."

Afirmou que "poderiam existir centenas de experiências a confirmar as suas teorias e apenas uma que mostrasse o erro". Foi um aluno que não brilhou na escola, mas com ou sem razão, conseguiu por a humanidade a sonhar no século XX e quem sabe, no século XXI. Como dizia António Gedeão, "Enquanto o homem sonha, o mundo pula e avança".